Obras do Programa Casa Catarina avançam em municípios do Oeste e moradias serão inauguradas em breve

Política

As obras do Programa Casa Catarina avançam no Oeste, com unidades praticamente prontas para serem inauguradas em breve. Em cidades como Iraceminha, Caibi, Nova Erechim e Passos Maia, as residências já estão quase concluídas. Em roteiro pela região Oeste, a secretária de Assistência Social, Mulher e Família, Adeliana Dal Pont, visitou obras do Programa, que tem um investimento previsto de R$ 654 milhões.

O governador Jorginho Mello destaca que o programa vai mudar a vida de muitas famílias. “O Casa Catarina é dinheiro do Governo do Estado para construir milhares de moradias em todas as regiões. É o sonho de todo pai, de toda mãe: um teto para morar com a sua família. E é isso que estamos construindo para os catarinenses mais carentes. É mais do que tijolo e cimento, é carinho e respeito”, afirmou.

Nas visitas a secretária destacou a qualidade das obras. “Fiquei muito satisfeita em ver a qualidade das obras. São casas modernas, com quase 60 metros quadrados, banheiros adaptados para pessoas com deficiência e que estão ficando muito bonitas. Tenho certeza que as famílias que irão recebê-las também ficarão muito felizes”, disse.

Até agora o programa já teve a adesão de 242 municípios, ou seja, 82% das cidades catarinenses. A meta do Governo é garantir que todos os municípios sejam contemplados e os recursos para adesão estão assegurados, permitindo que as cidades que ainda não aderiram possam participar a qualquer momento. Para isso, basta manifestar interesse por meio do envio de ofício à Secretaria. “Muitos municípios ainda estão fazendo a adesão como foi o caso de Xaxim, aqui no Oeste, que aderiu recentemente e assinamos o convênio do programa nesta semana”, completa Adeliana.

Na primeira etapa do programa, está prevista a construção de mais de 5 mil casas distribuídas por todo o estado. O modelo adotado é considerado inovador, com repasse de recursos por meio de convênio simplificado, garantindo mais agilidade aos processos. Nesse formato, os próprios municípios podem conduzir as licitações e a execução das obras ou optar pela utilização da ata de registro de preços da Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade.

A distribuição das unidades habitacionais segue critérios populacionais. Municípios com até 10 mil habitantes recebem 12 casas; cidades com população entre 10.001 e 20 mil habitantes têm direito a 20 unidades; aquelas entre 20.001 e 50 mil habitantes recebem 30 casas; e municípios com mais de 50 mil habitantes contam com 43 unidades.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.