Por volta das 7h20 desta segunda-feira (18) a Polícia Militar foi acionada para atender ocorrência de perturbação do trabalho no Hospital Nossa Senhora das Dores, em Capinzal. Chegando ao local a guarnição conversou com a enfermeira-chefe da unidade que teve um desentendimento com um homem porque ele estaria tendo atitudes como ser mal educado e ofendendo os profissionais técnicos de enfermagem. Ele teria permanecido com ofensas, tom de voz alterado e pacientes e acompanhantes permaneceram com medo. A profissional pediu para ele se retirar, sendo que ele teria dito que só sairia com a presença da polícia. A PM também conversou com o homem que relatou que houve um desentendimento no hospital, onde estava de acompanhante de sua esposa e ninguém do hospital tinha lhe falado sobre o fato de não poder ficar com sua esposa. Relatou que se comprometia a sair do hospital por não poder ficar sendo homem. Por fim, foi orientada a parte e confeccionado o boletim de ocorrência.
Por volta das 11h30 as guarnições foram acionadas para se deslocar até o Hospital Nossa Senhora das Dores para o atendimento de uma perturbação envolvendo um acompanhante de paciente que apresentava nervosismo e agressividade com a equipe do hospital. Chegando ao local, foi constatado que se tratava do mesmo homem envolvido em boletim de ocorrência efetuado pela manhã. A PM em primeiro momento interveio com pedido verbal para que ele se acalmasse e deixasse a equipe trabalhar, momento em que começou uma resistência verbal negando-se a cumprir os pedidos para que deixasse o local, pois a paciente estava sendo atendida pelo hospital e não havia nada que ele pudesse fazer nestas circunstâncias, mas não foi acatado pelo homem, momento em que um dos policiais foi empurrado pelo agente, iniciou-se ali uma resistência ativa não cooperando com a guarnição policial. Explicado sobre as circunstâncias do fato, não houve entendimento do agente causador, diante disso a guarnição deu voz de prisão a ele que, mais uma vez, mostrou-se resistente a ação policial, onde foi utilizado de força necessária para contê-lo e efetuar a prisão, foi utilizado equipamento elétrico incapacitante para contê-lo, e diante da situação o autor dos fatos negou-se a assinatura do termo circunstanciado, e então, foi entregue a delegacia de polícia de Capinzal para as providências cabíveis. Conforme a PM, o homem não é acompanhante registrado pela paciente, pois o hospital tomou o depoimento dela e ela teria relatado que o irmão seria o responsável por ela, e não o homem em questão. As câmeras de monitoramento do hospital auxiliam para a elucidação dos fatos. A guarnição então lavrou o boletim e o encaminhou para a delegacia.
Por volta das 14h30 a PM em rondas pela Área de Lazer Dr. Arnaldo Favorito, em Capinzal, local com bastante incidência de usuários, abordou um homem que ao ver a viatura começou a mostrar nervosismo e inquietação. Ao realizar a abordagem ele informou que veio de Joinville e que seu pai mora em Piratuba e sua mae reside na Vila Sete de Julho. A PM encontrou em sua carteira um cigarro de maconha com cerca de 1,6g. A guarnição então lavrou um termo circunstanciado, fez o registro fotográfico e encerrou a ocorrência.



