Preso em Vacaria suspeito de executar jovem a tiro em Joaçaba; corpo foi identificado

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Joaçaba – A Polícia Civil de Joaçaba, através da Divisão de Investigação Criminal de Joaçaba – DIC – prendeu o suspeito de de executar um jovem a tiro em Joaçaba. A ação da DIC contou com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Vacaria, nos Campos de Cima da Serra Gaúcha.

O crime ocorreu por volta das 15h30 desta terça-feira (08), às margens da BR-282, Bairro São Braz, na região do Aeroporto, onde foi encontrado o corpo de um jovem com um disparo de arma de fogo na cabeça e sem qualquer documento de identificação.
A vítima, de 23 anos, era morador da cidade de Almirante Tamandaré-PR e o suspeito do crime da cidade de Foz de Iguaçu-PR. A divulgação das tatuagens da vítima fez com que a família a reconhecesse.
Conforme o delegado regional de polícia de Joaçaba, Gilmar Bonamigo, o suspeito, de 36 anos, natural de Foz do Iguaçu, buscou a vítima em casa na segunda-feira (07) e deslocaram-se para Lages, na serra catarinense, onde pernoitaram e, no início da tarde da terça, possivelmente horário da execução, esteve em Joaçaba e, logo após o crime retornou para Campos Novos, no planalto sul catarinense, onde foi intensamente procurado pela equipe da DIC, porém, não localizado o veículo, já que, naquele momento, a polícia tinha somente as imagens do veículo de deslocamento de ambos – vítima e suspeito.
Identificado o proprietário do veículo, a polícia representou pela expedição de mandado de prisão temporária, com aval do Ministério Público e decretado pelo Poder Judiciário da Comarca de Joaçaba.
Com apoio da Polícia Rodoviária Federal de Vacaria, avisada com antecedência que o suspeito deslocava-se com seu veículo naquela direção e a equipe da DIC em seu encalço, conseguiram abordá-lo, mesmo com a tentativa dele empreender fuga.
O suspeito, no momento da prisão, portava uma pistola calibre .45, o mesmo da cápsula encontrada ao lado do corpo em Joaçaba,sendo  recambiado para Joaçaba e deverá ser interrogado ainda na manhã desta quinta-feira (10).
“Escolheu a cidade errada para matar. Não devia ter aumentado nosso índice de criminalidade. Seu castigo é a prisão, onde já se encontra”, frisou o delegado Gilmar Bonamigo.