Depois das festas de fim de ano é hora de nos preocuparmos com a aquisição de material, uniforme e transporte escolar. De acordo com o Procon, a escola pode ser questionada ao cobrar em sua lista de material escolar itens de uso coletivo, como papel para provas, avisos internos, material para atividades de laboratório, biblioteca, material de higiene e limpeza ou taxas para despesas de água, luz e telefone.
Outra prática vetada pela lei de defesa do consumidor é exigir a aquisição de produtos de marca específica; determinar a loja ou livraria onde o material deve ser comprado.
Em contato com a coordenadora do Procon de Capinzal, Marisete da Mota, a principal orientação aos consumidores que irão adquirir materiais escolares é pesquisar preços já que existe uma diferença significativa nos preços praticados pelos estabelecimentos comerciais. Quanto a lista de materiais pedidas pelas escolas, a chefe do Procon enfatiza que é vetado o pedido de materiais de uso coletivo.
Marisete também revela que tem a intenção de restruturar o Procon local e para isso existe a necessidade de se alterar a lei o que permitiria uma atuação mais ativa do órgão na fiscalização em casos de garantias estendidas, preços das etiquetas que não coincidem com o preço praticados, promoções enganosas entre outras.
Quanto as reclamações, o ranking continua sendo liderado pela telefonia móvel e fixa, mas, as demandas relacionadas a operações bancárias tem crescido muito. Outra preocupação é relacionada as reclamações de compras pela internet. Sites falsos oferecem vantagens absurdas e muitos consumidores estão caindo neste golpe. (Rádio Barriga Verde)


