Mudanças importantes para os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram implantados. Cerca de 17 milhões de aposentados e pensionistas ativos no País tiveram mudanças positivas na Prova de Vida. Aagora, a Prova de Vida, passa a ser exclusiva responsabilidade do INSS. Isso, na prática, significa menos filas.
Em vigor desde o dia 26 de janeiro, a portaria assinada pelo atual ministro da Previdência, Carlos Lupi, regulamenta as novas regras para o processo de captação de informações para provar que os segurados (aposentados, beneficiários e pensionistas) estão vivos. O INSS irá usar um sofisticado sistema de cruzamento de dados que reunirá informações do Governo Federal, do SUS, da Justiça Eleitoral, dos bancos e demais agências governamentais ou não, que possam fornecer informações precisas sobre aquele segurado ou segurada.
A medida encerra um ciclo, principalmente, para os idosos acima dos 70 anos, que por muitas vezes possuem problemas de locomoção e outras doenças que afetam a sua saúde. Além disso, a medida deverá trazer para todos, INSS e beneficiários, mais segurança e agilidade. Por se tratar de um sistema de dados cruzados, até a vacina de gripe no posto de saúde do município pode ser aceita pelo sistema do Instituto como prova de que a pessoa está viva.
E se o INSS não conseguir, por meio de documentação, provar que o aposentado ou pensionista está vivo em até 10 meses após o seu aniversário, o próprio órgão irá notificar o beneficiário por meio do aplicativo Meu INSS, via instituição bancária ou pelo telefone 135. O mesmo, terá até dois meses para atualizar seus dados, o que pode ser realizado apenas renovando as suas informações no aplicativo e chegando à categoria Ouro no compartilhamento de dados na plataforma. Isso tudo do conforto da sua casa.
Em caso onde, mesmo depois dos dois meses, o aposentado ou pensionista não tenha efetuado nenhuma atualização de dados no sistema, ou não tenha comparecido a algum chamamento do Instituto, um servidor do INSS irá se dirigir à casa do segurado para realizar a prova de vida, evitando assim algum tipo de fraude por parte de um ente familiar mal-intencionado.
Depois de seis meses sem obter resultados, o benefício é cortado.



