De acordo com Cimadon, a nomeação é muito importante em sua carreira, visto que é um cargo bastante almejado por muitas pessoas no país. Ser membro do Conselho Nacional de Educação possibilita uma grande proximidade com o Ministério da Educação e órgãos reguladores e, consequentemente, participar das decisões relativas à regulação das diretrizes curriculares nacionais.
— É um orgulho muito grande já que são poucos os catarinenses que até então assumiram esse cargo. Devo essa indicação ao Senador Jorginho Mello, sempre muito atuante — afirmou.
— Estarei representando as instituições comunitárias de todo o país e isso me honra muito. Me honra ainda mais por estar lá e poder representar a Unoesc, uma universidade aqui do Oeste e o sistema Acafe — finalizou Cimadon.
Sobre o Conselho Nacional de Educação
O Conselho Nacional de Educação é um dos órgãos de maior importância dentro do sistema educacional brasileiro, responsável por acompanhar a elaboração e execução do Plano Nacional de Educação (PNE); regulamentar diretrizes; assegurar a participação da sociedade; dar suporte ao MEC, além de auxiliar o ministro da Educação na formulação e avaliação das políticas nacionais de educação, com foco no cumprimento da legislação e na qualidade.
O CNE é composto pelas Câmaras de Educação Básica e de Educação Superior, formadas cada uma delas por doze conselheiros, que são escolhidos e nomeados pelo presidente da República. Os secretários de Educação Básica e de Educação Superior do MEC têm assento garantido na composição do órgão. Cada câmara elege um presidente e um vice para um ano de mandato, sendo permitida uma única reeleição imediata. Já o presidente do CNE é escolhido pelos conselheiros e tem mandato de dois anos, sem a possibilidade de reeleição.



