Você sabia que pacientes com Diabetes Mellitus do Tipo 1, além de várias injeções de insulina ao dia, precisam aferir rigorosamente a sua glicemia através de várias picadas na ponta dos dedos? A medida, além de não ser prática, é incômoda e dolorida, muitas vezes mais do que a própria injeção.
No entanto, existem alternativas de tratamento menos agressivas. Uma delas é o sensor de aferição de glicemia, que não requer furos nos dedos. Uma Moção de Apelo proposta pela vereadora Rita Valéria Weiss, já apresentada e aprovada na Câmara sugere ao governo do Estado de SC que passe a distribuir, de forma gratuita, os sensores para crianças e adolescentes já que, pesquisas indicam que na maioria dos casos, a doença se manifesta na infância e na adolescência.
A vereadora Rita destacou ainda que com o uso do sensor, as várias picadas diárias nos dedos são substituídas por 1 (uma) picada para instalação do sensor a cada 14 (catorze) dias. Outro grande diferencial do sensor é apresentar setas de tendência da glicemia, informando se ela se mantém, se está baixando ou subindo. “Isso facilita muito a tomada de decisão de quanto de insulina deve ser injetada no paciente. Esperamos que o governo seja sensível a esta causa tão importante”, disse ela.




