Santa Catarina monitora atualmente 16 casos suspeitos de mpox, conforme dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica.
Até o momento, o estado não confirmou transmissão local da doença em 2026. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, o único caso positivo identificado neste ano envolve um paciente de fora do estado, por isso não é contabilizado como transmissão interna. Além disso, há dois casos considerados prováveis, quando não há confirmação laboratorial, mas existe vínculo epidemiológico.
A situação segue sob controle, segundo a DIVE. No fim de fevereiro, havia seis casos suspeitos, registrados na Grande Florianópolis. As autoridades ainda não detalharam onde surgiram os novos casos em investigação.
Desde 2022, Santa Catarina acumula mais de 3,3 mil notificações suspeitas, com 599 casos confirmados e um óbito registrado no início da circulação da doença.
No cenário nacional, o Ministério da Saúde contabiliza 149 ocorrências de mpox em 2026, entre casos confirmados e prováveis, com maior concentração no estado de São Paulo.
A mpox é uma doença viral transmitida principalmente pelo contato direto com lesões, fluidos corporais ou materiais contaminados, além de contato próximo prolongado. Entre os sintomas mais comuns estão febre, erupções na pele e inchaço dos linfonodos. A orientação é procurar atendimento médico ao surgirem sinais suspeitos.



