Santa Catarina conquista a terceira posição no radar do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado nesta terça-feira (26/05) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) referente a 2024. O estado registrou IDHM de 0,833, considerado de muito alto índice, atrás apenas do Distrito Federal (0,866) e de São Paulo (0,838). A média geral no Brasil foi de 0,805.
O IDHM é um indicador utilizado no Brasil, com enfoque nos municípios, em adaptação à medição do IDH global utilizado para comparar países. Ele avalia a qualidade de vida e o desenvolvimento de cidades, regiões metropolitanas e estados do Brasil. Além do IDH geral, o indicador avalia os índices de qualidade de vida em relação à renda, educação e longevidade. Conforme elucidado pelo PNUD, essas premissas reforçam a importância do acesso ao conhecimento, à renda e à longevidade como centrais ao desenvolvimento humano.
“Estar no top 3 do desenvolvimento humano do país é o reflexo de um esforço coletivo entre o governo, o setor produtivo e, principalmente, as pessoas que vivem aqui. Este resultado mostra que Santa Catarina não cresce apenas economicamente, mas cresce com equilíbrio, distribuindo qualidade de vida. Quando olhamos para os pilares desse resultado, fica claro que a nossa engrenagem funciona por completo. O destaque de muito alto índice na Longevidade (0,888) e na Educação (0,817) mostra que o catarinense vive mais e com mais acesso ao conhecimento. E isso se conecta diretamente com a nossa economia”, afirmou o secretário de Estado do Planejamento, Arão Josino.
Longevidade, Educação e Renda

No IDHM da Longevidade, Santa Catarina ocupa a segunda melhor posição, com o índice de 0,888. Cabe destacar que esse patamar é considerado pela PNUD como de muito alto desenvolvimento humano (0,800 – 1,000). O estado ficou atrás apenas do Distrito Federal (0,913). Rio Grande do Norte e Minas Gerais ocuparam a terceira e quarta posições, respectivamente. No Brasil, esse índice foi de 0,860.
Santa Catarina tem a Educação classificada como de muito alto índice, com IDHM de 0,817. O estado ocupa a quinta posição no ranking, atrás do Distrito Federal (0,851), São Paulo (0,850), Rio de Janeiro (0,826) e Goiás (0,821), diante de uma média brasileira de 0,798. Em relação à Renda, SC ocupa a terceira melhor posição, com IDHM de 0,797, atrás do Distrito Federal (0,837) e São Paulo (0,799), diante de um IDHM de 0,760 no Brasil.
Liderança da Região Metropolitana de Florianópolis
A Região Metropolitana de Florianópolis lidera o ranking do IDHM entre todas as regiões metropolitanas (RM) no Brasil, com o muito alto índice de 0,874, seguida pelas RMs de Curitiba (0,856) e de São Paulo (0,855). A RM de Florianópolis lidera também no IDHM de Longevidade, com índice de 0,921 e no IDHM de Renda, com 0,849. Na classificação da Educação, a Região Metropolitana de Florianópolis ficou na terceira posição no ranking, com IDHM de 0,855, atrás das RMs de São Paulo (0,863) e Curitiba (0,856).



