SC está em alerta após morte de bebê e sete casos suspeitos de hepatite aguda infantil

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O Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira (6) que monitora sete casos suspeitos de hepatite aguda infantil de origem desconhecida. Dentre os registros estão três casos suspeitos no Paraná e quatro no Rio de Janeiro.

Além disso, no RJ também está sob investigação a morte de um bebê de oito meses que apresentava sintomas.

A origem da infecção registrada em crianças ainda é desconhecida, mas sabe-se que ela pode desencadear uma série de problemas, incluindo a necessidade de transplante de fígado, e que pode ser fatal.

Até o início da tarde desta sexta-feira (6), não havia registro de casos em Santa Catarina, mas autoridades da saúde estão em “alerta”, ressaltou a Dive/SC (Diretoria de Vigilância Epidemiológica Estadual).

A pasta emitiu um comunicado no último dia 27, orientando “todos os serviços de saúde que estejam alerta para os pacientes” que se enquadrem nas definições de caso provável ou tenham tido contato com um caso provável.

O primeiro grupo compreende pessoas que tenham hepatite aguda, com transaminase sérica >500 UI/L (AST ou ALT), com 16 anos ou menos e cujos sintomas se manifestaram desde 01 de outubro de 2021, sem outro diagnóstico. Já o segundo engloba quem teve contato com suspeitos.

As unidades de saúde estão orientadas a comunicarem os casos em até 24 horas para o Cievs/SC (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância). Amostras devem ser coletadas na fase aguda da doença e encaminhadas ao Lacen/SC (Laboratório Central de Saúde Pública).

Segundo o governo federal, os Centros de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) monitoram junto a Rede Nacional de Vigilância Hospitalar qualquer alteração do perfil epidemiológico, bem como a detecção de casos suspeitos da doença, e orienta aos profissionais de saúde e da VigiAR-SUS (Rede Nacional de Vigilância, Alerta e Resposta às Emergências em Saúde Pública do Sistema Único de Saúde) que suspeitas sejam notificadas imediatamente.