Tribunal de Justiça nega habeas corpus a mulher presa pela DIC em Capinzal

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Capinzal – A Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina negou habeas corpus em favor de uma mulher presa preventivamente suspeita de ser integrante de uma quadrilha envolvida com o tráfico de drogas. A.P.S., 29 anos, natural de Piratuba, teve anteriormente o pedido de revogação da prisão preventiva indeferido pela Justiça da comarca de Capinzal. A.P.S foi presa no dia 16 de março em Capinzal em operação da Polícia Civil batizada de “Corrida Maluca” e está recolhida ao presídio feminino de Chapecó.

Outras quatro pessoas foram presas: S. da R., 31 anos, natural de Água Doce. G.C.L., 23 anos, natural de Capinzal. R.N.P.,27 anos, natural de Capinzal e  J.L.P.D.A., 19 anos, natural de Capinzal. A ação foi desencadeada pela Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Joaçaba após investigação de suposta prática de trafica de drogas e associação para o tráfico.  Um dos presos em Capinzal possuiu passagem policial pelo crime de tráfico e já havia sido preso em 2010.

A operação, conforme informou no dia da ação o delegado Regional André Cembranelli foi um desdobramento da prisão de um homem, J.M.S., que, conforme as apurações da polícia, seria fornecedor de drogas para traficantes de Capinzal. Na ocasião, foi apreendido mais de meio quilo de cocaína. Fato este, ocorrido durante operação de Carnaval na BR-282 em Erval Velho, na madrugada do dia 4 de março. Com ele foram presos outros dois homens, um deles com mandado de prisão em aberto expedido pela comarca de São Francisco do Sul. No carro havia ainda duas mulheres. No carro havia cerca de 670 gramas de cocaína, 9 micro-pontos de LSD, um revólver com numeração raspada, seis munições, sendo 2 deflagradas e R$ 250 em espécie.

Na casa que um deles havia alugado em Catanduvas, no forro, a PM apreendeu uma balança de precisão, 0,196 grama de crack, 4,062 kg de maconha e 0,094 grama de pasta base de cocaína.