A união de Jair Bolsonaro com o Partido Liberal começou a azedar no dia seguinte ao fechamento do acordo de filiação feito com Valdemar Costa Neto. Após o anúncio na terça-feira (09/11), no dia seguinte, o presidente do partido começou a perceber que com Bolsonaro o ‘jeitinho’ não é possível.
Se em governos anteriores todas as indicações eram aceitas, pois os cargos eram negociados a portas fechadas, Bolsonaro vetou a indicação do engenheiro eletricista Ricardo Pinheiro para a presidência do Banco do Nordeste.
Bolsonaro alegou que o currículo do indicado não cumpre a exigência legal para o cargo: ter participado por no mínimo dois anos como gerente de alguma instituição financeira.
O veto de Bolsonaro acendeu a luz vermelha de Valdemar, que decidiu vetar as exigências de Bolsonaro no diretório paulista também. O resultado foi o cancelamento da filiação no dia 22 de novembro e, possivelmente, o fim do ‘casamento’. Com isso, volta à tona a possibilidade de Bolsonaro filiar-se ao Partido Progressista (PP) ou ao Republicanos.









