O ministro Cristiano Zanin toma posse no TSE nesta quinta-feira, 1º de outubro, para um novo mandato como ministro substituto da Corte Eleitoral. O ato acontece a apenas três dias do primeiro turno das eleições de 2026, marcado para domingo, 4 de outubro.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques, dará posse ao colega antes da sessão da Corte. Além disso, a recondução ocorrerá por meio de um ato administrativo, sem uma solenidade de posse.
A movimentação chama atenção principalmente pelo momento do calendário eleitoral. O país está na reta final da campanha, enquanto o TSE exerce papel central na análise das questões jurídicas relacionadas ao processo eleitoral.
Zanin toma posse no TSE após ser reeleito pelo STF
A posse de Zanin no TSE formaliza um novo mandato do magistrado na Justiça Eleitoral. O plenário do Supremo Tribunal Federal reelegeu Zanin em 3 de setembro para exercer a função de ministro substituto.
Ele já integra o quadro de substitutos do Tribunal Superior Eleitoral desde agosto de 2024. Portanto, o ato desta quinta-feira não representa sua primeira chegada à Corte, mas a formalização da recondução para um novo período.
O ministro também ocupa uma cadeira no Supremo Tribunal Federal. Além disso, sua atuação no TSE ocorre dentro do sistema previsto para a participação de integrantes do Supremo na composição da Justiça Eleitoral.
Novo mandato de Zanin no TSE começa perto da votação
O novo mandato de Zanin no TSE começa em um momento especialmente importante para a Justiça Eleitoral. Faltam somente três dias para o primeiro turno das eleições de 2026.
A votação nacional acontecerá no domingo, 4 de outubro. Entretanto, a proximidade entre a posse e a eleição não altera, por si só, as regras que determinam quando um ministro substituto atua nos julgamentos.
Zanin assume a condição de substituto e poderá atuar quando houver necessidade de recompor temporariamente o colegiado. Consequentemente, sua participação dependerá das situações previstas para convocação.
O que Zanin poderá fazer como ministro substituto do TSE
Como ministro substituto, Zanin no TSE poderá ocupar temporariamente o lugar de um integrante titular que esteja ausente ou impedido de participar de determinado julgamento.
Quando receber convocação, Zanin poderá participar do julgamento e exercer direito a voto. Portanto, embora não ocupe uma das cadeiras titulares de maneira permanente, o substituto pode integrar decisões da Corte quando houver necessidade.
Essa estrutura faz parte do funcionamento do Tribunal Superior Eleitoral. Além do mais, o TSE reúne magistrados provenientes de diferentes origens do Poder Judiciário e da advocacia.
Zanin no TSE integra grupo de ministros vindos do STF
A participação de Zanin no TSE ocorre em uma das vagas destinadas a ministros provenientes do Supremo Tribunal Federal.
A Constituição estabelece que o TSE tenha sete integrantes titulares. Três deles vêm do STF, dois são escolhidos entre ministros do Superior Tribunal de Justiça e outros dois vêm da classe dos juristas.
Além disso, existem ministros substitutos que podem atuar nas hipóteses previstas pelas regras da Corte. Esse mecanismo permite que o tribunal mantenha sua composição quando um titular não puder participar de determinado processo.
Posse de Zanin no TSE ocorrerá sem solenidade
A recondução de Zanin no TSE será formalizada de maneira administrativa. Segundo a Revista Oeste, o tribunal não realizará uma solenidade para o ato desta quinta-feira.
Nunes Marques conduzirá a posse antes da sessão da Corte Eleitoral. No entanto, o formato mais simples não modifica a finalidade jurídica do procedimento, que formaliza o novo mandato de Zanin como substituto.
A presidência do tribunal havia relacionado o intervalo até a posse à sequência de posses realizadas na Corte. Agora, a formalização ocorre justamente na semana do primeiro turno.
Justiça Eleitoral entra na reta final das eleições
A posse de Zanin no TSE acontece enquanto a Justiça Eleitoral entra nos últimos dias de preparação para a votação nacional.
O primeiro turno ocorrerá em 4 de outubro. Portanto, partidos, candidatos, advogados e eleitores acompanham de perto as decisões tomadas pela Justiça Eleitoral nesta fase da disputa.
Quando convocado como substituto, Zanin poderá participar dos julgamentos e votar nas questões submetidas ao colegiado. Em conclusão, a posse desta quinta-feira formaliza sua permanência no quadro de substitutos justamente na reta final do processo eleitoral de 2026.







