Entre os dias 13 e 17 de agosto, 2.004 pessoas foram entrevistadas em pesquisa que aponta a popularidade e aceitação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Conforme divulgado nesta segunda-feira (19) pela Genial/Quaest a queda na desaprovação continua. Assim, Lula teve 51% de desaprovação, dois pontos percentuais a menos se comparado ao mês de julho, que foi de 53%.
No entanto, ainda conforme a pesquisa, a aprovação atingiu 46%, o que significa uma alta de três pontos percentuais se comparada ao último levantamento. A diferença entre aprovação e desaprovação é a menor desde janeiro de 2025, quando havia empate técnico: 49% desaprovavam o governo Lula, enquanto 47%, aprovavam naquele mês. Não sabe ou não respondeu ficou em 3%.
Já o nível de confiança dos entrevistados em relação ao presidente é de 95%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Pesquisa sobre Lula é realizada em diversos estados
A pesquisa foi realizada em vários estados. Em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás a desaprovação do petista é maior que a aprovação.
Já na Bahia e em Pernambuco, a aprovação é superior.
Crise com os EUA
Pesquisa mostra melhora na percepção do governo Lula em meio à crise com os EUA. Contudo, a diferença entre avaliação positiva e negativa, de 39%, cai para 8 pontos.
Na avaliação sobre o desempenho específico diante da crise, 44% acreditam que Lula está agindo bem, enquanto 46% avaliam que ele age mal.
Comparação entre Lula e Bolsonaro
O levantamento apontou que Lula também voltou a superar Jair Bolsonaro na comparação direta entre os dois governos. Para 43% dos entrevistados, o petista é melhor que seu antecessor, enquanto 38% preferem Bolsonaro. Em julho, a preferência era inversa: 40% a 44%.
Bolsonaro
Jair e Eduardo Bolsonaro registraram pior desempenho: 24% dizem que a dupla age bem, e 55%, mal. Questionados sobre as motivações do presidente, 49% afirmam que Lula atua em defesa do Brasil, enquanto 41% acreditam que ele busca autopromoção.
Por fim, no caso de Eduardo Bolsonaro, 69% dizem que ele defende interesses próprios.






