Fabrício Queiroz deve ir para a prisão domiciliar na manhã desta sexta-feira, dia 10. O benefício foi concedido após uma decisão do ministro João Otávio Noronha, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), na quinta-feira, dia 9.
Queiroz está preso desde 18 de junho, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Anjo. A defesa afirma que o ex-assessor está fazendo um tratamento contra um câncer e usou como argumento o “atual estágio da pandemia do coronavírus”. Os advogados disseram que Queiroz “é portador de câncer no cólon e recentemente se submeteu a cirurgia de próstata”.
O benefício também contempla a mulher de Queiroz, Márcia Aguiar, cuja prisão foi determinada na operação e é considerada foragida. De acordo com a defesa, ela vai se apresentar.
Queiroz é alvo de investigação sobre o esquema das “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). As autoridades suspeitam que ele recebia parte do salário pago pela Alerj a funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro, quando o senador era deputado estadual. Flávio nega a acusação.



