Polícia conclui investigação e aponta responsáveis pela morte do cão Orelha em Florianópolis

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A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu as investigações sobre a agressão e consequente morte do cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis.

O inquérito policial foi remetido ao Fórum nesta terça-feira (3). Não há, até o momento, a confirmação de quantos investigados tiveram a participação no caso confirmada.

Quatro adolescentes, suspeitos de participarem das agressões, foram investigados pela Polícia Civil. Dois deles viajaram para a Disney, em Orlando (EUA), após a repercussão do caso.

No  desembarque em Santa Catarina, no dia 29 de janeiro, os jovens tiveram roupas, celulares e eletrônicos apreendidos, em uma operação que contou com apoio da Polícia Federal.

Polícia conclui investigação sobre morte do cão Orelha

ND Mais apurou que o caso foi concluído e encaminhado para análise do Poder Judiciário no início da tarde desta terça.

Segundo o delegado-geral de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, os detalhes sobre a investigação serão repassadas pela secretaria de Comunicação do Estado.

Orelha era um cão comunitário e cuidado por moradores do bairro - Carolina Bechelli Zylan/Arquivo Pessoal/ND Mais/Licensed under CC BY-SA 4.0

Contrapontos

O ND Mais entrou em contato com a defesa dos adolescentes investigados pela morte do cão orelha. Até a publicação desta matéria, os advogados não tinham a confirmação conclusão do caso e, por isso, não emitiram um posicionamento. Tão logo aconteça, esta reportagem será atualizada.

Relembre o caso

A morte do cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis, ganhou repercussão nacional, mobilizou protestos e chocou a comunidade que convivia com o animal. O cachorro foi agredido a pauladas por quatro adolescentes e morreu no dia 5 de janeiro.

Três homens, familiares dos adolescentes investigados pela morte do cão Orelha, foram indiciados por coação de testemunha. A informação foi divulgada em coletiva de imprensa sobre o caso em janeiro.